Belo Horizonte

 

Belo Horizonte é a capital do Estado de Minas Gerais e tem uma população de cerca de 2,4 milhões de habitantes. Foi considerada a metrópole com melhor qualidade de vida da América Latina pelo Population Crisis Commitee da ONU e a 45ª entre as cem melhores do mundo. Exibe, ainda, o diploma de “Cidade Modelo da Área Ambiental”. Localizada na região Sudeste, em ponto geográfico estratégico do Brasil e das Américas, é cercada pelas montanhas da Serra do Curral, que lhe servem de moldura natural e referência histórica. A cidade é conhecida também pelo clima ameno e agradável o ano todo com temperatura média de 21° C, o inverno é seco e o verão chuvoso. Além das vantagens naturais e da facilidade de acesso aéreo e rodoviário, a capital mineira destaca-se pela beleza de seus conjuntos arquitetônicos, pela forte vocação do comércio e da prestação de serviços e ainda por uma rica produção artística e cultural. Aos 102 anos de idade, Beagá é uma mistura de tradição e modernidade.

Escolhida para ser a nova capital das Minas Gerais em substituição a Ouro Preto foi a primeira cidade planejada no Brasil. Reconhecida como centro de excelência médica, biotecnologia e informática, Belo Horizonte sedia importantes eventos nacionais e internacionais.

Quem visita a cidade deve conhecer o Complexo Arquitetônico da Pampulha; a Praça da Liberdade; o Parque das Mangabeiras; os museus e as igrejas; os centros de compras; o Mercado Central e os bares e restaurantes, que fazem da noite uma das mais animadas do mundo.

Complexo da Pampulha

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A Pampulha é uma região enorme de Belo Horizonte, que, apesar de estar um pouco mais distante dos outros pontos turísticos, vale muito a pena ser visitada. A começar pela Lagoa da Pampulha, uma lagoa artificial que tem 18 quilômetros de orla – dá para andar de bicicleta, correr e tentar avistar o jacaré ou as capivaras que habitam a região.

Ao seu redor, o antigo prefeito Juscelino Kubitschek encomendou a Oscar Niemeyer, nos anos 40, um complexo arquitetônico. Estes são hoje importantes prédios de BH: a Igreja de São Francisco de Assis (ou Igreja da Pampulha), o Museu de Arte da Pampulha – que na época da inauguração era um cassino, desativado em 1946 -, e a Casa do Baile, que fica numa ilhota e hoje recebe o nome de Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design.

Praça da Liberdade

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A Praça da Liberdade foi um dos pontos planejados de Belo Horizonte, sendo que naquela época era o ponto mais alto, já que a cidade se encontrava concentrada dentro da região delimitada pela Avenida do Contorno. Inicialmente, ao redor da Praça estavam localizados o Palácio do Governo e a Secretaria do Estado, todos com um estilo neoclássico.

Os jardins no centro da Praça da Liberdade são inspirados nos jardins de Versalles, com palmas imperiais e assimétricas. Nas décadas de 50 e 60, Oscar Niemeyer modernizou a paisagem com a construção de um prédio residencial com linhas curvas, que atualmente é a Biblioteca Pública.

Praça do Papa

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A Praça do Papa tem como nome oficial Praça Israel Pinheiro. Porém, em 1980, quando o Papa João Paulo II visitou a cidade e celebrou uma missa no local, ele disse: “Que belo horizonte!”. Desde então o nome da praça mudou. O Papa estava certo, a vista dali é incrível, já que a praça fica no alto da Avenida Afonso Pena, que dá uma vista panorâmica da cidade e das montanhas da Serra do Curral. Na praça costumam ocorrer shows e festas.

Mineirão

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O Estádio Governador Magalhães Pinto, mais conhecido como Mineirão, é um estádio de futebol localizado em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Inaugurado em 1965, é o quinto maior estádio do Brasil, já tendo sediado cinco finais da Copa Libertadores, uma Copa Intercontinental e escolhido como uma das sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014. Em 2003, foi tombado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte.

Parque Municipal

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O Parque Municipal Américo Renné Giannetti, com 180.000 m², de área cercada e com guaritas em todas as entradas, é o principal parque de Belo Horizonte. Ele fica no centro da cidade, ao lado da Avenida Afonso Pena.

Em março de 1894, a comissão construtora que se instalou em Belo Horizonte, sob a coordenação do engenheiro Aarão Reis, incluiu, dentro das medidas tomadas, a decisão de transformar a chácara de Guilherme Ricardo Vaz de Mello em área de lazer para a população, dando origem ao Parque Municipal. O projeto inicial foi elaborado pelo arquiteto-jardineiro Paul Villon,1 natural da França e aluno do naturalista também francês Glaziou, responsável pelo Jardim-Parque da Aclamação, no Rio de Janeiro.

Vida noturna

Está na lei: Belo Horizonte é a capital mundial dos botecos. Assinada em junho de 2009 pelo prefeito Márcio Lacerda, a Lei 9.714 declarou BH como o centro dos botecos do mundo e definiu que o terceiro sábado do mês de maio é o dia municipal deles. E essa lei não nasceu por acaso – o fundamento é estatístico. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Belo Horizonte tem 12 mil botecos. Como a cidade tem 2.4 milhões de habitantes, isso significa que há um bar para cada 200 belo-horizontinos.

 

Inhotim

 

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Imagem: créditos

De acordo com o site do Instituto Inhotim, ele começou a ser idealizado em meados da década de 1980. A propriedade privada se transformou com o tempo, tornando-se um lugar singular, com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes. Os jardins do Inhotim são singulares, com uma beleza rara e um paisagismo que explora todas as possibilidades estéticas da coleção botânica. Para além da contemplação, os jardins são campo para estudos florísticos, catalogação de novas espécies botânicas, conservação in situ (seu ambiente) e ex situ (fora de seu ambiente) e ações de educação ambiental. Em 2010, o Instituto Inhotim recebeu a chancela de Jardim Botânico, atribuída pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos (CNJB), e, desde então, integra a Rede Brasileira de Jardins Botânicos (RNJB).

 

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